sábado, 16 de outubro de 2010

Quando no final da noite embriagada, você percebe que não adianta fugir das lágrimas, um dia aparecerão, sob qualquer outra forma.


Eu espero que você sofra,
Porque sinceramente, eu sou humana, e nem sempre eu vou desejar que você seja mais feliz do que eu.

Eu quero que o mundo se transforme e que eu me transforme também,
Pois o risco nem sempre parece melhor que o seguro, principalmente quando já se sabe a consequência.

O meu medo é de não valer a pena,
Do mundo me fazer refém de novo.

Eu trilharei meu próprio destino,
Com a ajuda dos deuses, do bom senso e do álcool.

Eu vou embora, porque o mundo é minha terra,
E esse lugar é pequeno demais pra ser dividido por duas crianças gêmeas.
Por isso digo, pode ficar, o meu espaço é maior.