A quentura da morte arrodeia meu corpo,
A frustração das noites insones se instala mais uma vez.
Chora, bebê, chora...
No âmago da minha garganta se esconde, o choro do sem coração, do sem calor.
Para onde vão as ondas de calor meu quando você está satisfeito?
Dor,é a unica coisa que me resta provocar quando a tua alegria eu já tenho encaminhado.
Mas nem o prazer das dores eu sinto mais.
Meu coração muda e muda. Melhor ele ficará.
A dúvida é em relação ao desejo, que me cabe pouco, que me cabe mínimo.
Será que será sempre assim?
Da dor sai a flor, e da flor o fim.
Por hoje, é isso.
