Tarde de Sol decadente,
O Sol fica mais gentil para a doce dama,
O Sol fica mais gentil para a doce dama,
Seu vestido de chita, seu cabelo curto e negro,
Ela estica seus braços para sentir o dia...
Seus pés já sentem a cidade,
O calçamento quente,a pedrinhas que machucam.
Ela estica seus braços para sentir o dia...
Seus pés já sentem a cidade,
O calçamento quente,a pedrinhas que machucam.
Alguns nem a veem, outros ignoram a provável loucura da moça...
Ela anda pelos velhos lugares que restaram da Paraíba,
Ruas semi-desertas.
Ela anda pelos velhos lugares que restaram da Paraíba,
Ruas semi-desertas.
Ela canta o poeta da terra,
Espera que a achem louca e a deixem sozinha na sua loucura...
Espera que a achem louca e a deixem sozinha na sua loucura...
Seu sorriso não desaparece facilmente...
Gritos são ouvidos, Gargalhadas...
Poemas... Músicas...
Gritos são ouvidos, Gargalhadas...
Poemas... Músicas...
Não sei se importa saber quem é aquela menina que rodopia
Pelo centro histórico, Transparecendo a loucura humana,
E deixando escapar a loucura divina...
Pelo centro histórico, Transparecendo a loucura humana,
E deixando escapar a loucura divina...
Um vestido de chita sendo balançado pelo ar
em plena terça-feira.
Braços abertos, rodopios...
Música.
em plena terça-feira.
Braços abertos, rodopios...
Música.

muito erotico
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